quinta-feira, 27 de setembro de 2007

Nomenclaturas e termos utilizados para celulares

Este tópico explica algums termos utilizados em celulares. Irei adicionado aos poucos e aceito sugestões e correções.


user posted image Bootloader
É o BIOS do celular. Ele quem inicia os serviços da flash e caso aconteça algo de errado durante um processo de update... será muito difícil reviver o celular.

user posted image BOX e CLIPS
Aparelhos destinados a flashs, reparos, update e unlock (Sim card, Nam...) de aparelhos celulares. É conectado ao micro e utiliza softwares específicos. Aluguns CLIPS não necessitam ser conectados ao PC, operam 'stand-alone'. O ATC (celular) vai ligado a ela via cabo (USB ou Serial). Existem no mercado várias marcas e modelos de Box (o suporte aos modelos de celulares variam, em sua maioria, de box para box).

user posted image ESN
Electronic Serial Number - Número Serial Eletrônico, é um número atribuído a cada estação móvel no momento de sua fabricação. geralmente, o fabricante o escreve na parte posterior do aparelho, onde é colocada a bateria. Pode vir escrito na forma decimal (11 dígitos numéricos) ou hexadecimal ( 8 dígitos alfanuméricos). Os três primeiros algarismos no número em decimal ou os dois primeiros em hexadecimal indicam o fabricante.

user posted image Flash
É o Sistema Operacional do celular. Possui informações de definição do aparelho como linguagem, funçoes e Flex.

user posted image Flex
É a parte do software que intrage com o usuário, onde ficam informações como operadora e personalizações feitas no celular.

user posted image IMEI
International Mobile Equipment Identity (IMEI), um número de identificação do aparelho com 15 algarismos, que é programado na fábrica. O IMEI, ao contrário do ESN dos demais sistemas celulares digitais, não tem participação ativa no cadastro do usuário. Um SIM chip (ou usuário) pode utilizar diversos aparelhos ou IMEI diferentes.

user posted image PDS
Personal Data Storage, parte do celular onde contém informações de segurança do celular.

user posted image Phone Subsidy lock - Sim Lock - Bloqueio de Operadora
É a forma que as operadoras tem para obrigar o usuário a utilizar somente seus chips nos celulares. Isto impede que o usuário utilize o mesmo aparelho e apenas troque a operadora. Pode ser removido efetuando o desbloqueio do celular via código ou reparo no PDS.

user posted image P2K
É um padrão de comunicação mais usados para celulares. Existem outros como ACER e ODM.

user posted image SEEMS
São arquivos que controlam funções básicas da flash do celular, ativando ou desativando características (permitir filmagem, desabilitar o campo de 'assunto' nos seus SMSs ou gravação de vídeos em MP4 ao invés do (já conhecido) formato 3GP). Podem ser extraídos e modificados por softwares próprios para isto.

user posted image SP Lock - Security Phone Lock
Senha de segurança aplicado pelo usuário ao seu aparelho celular. Esta senha pode somente ser 'resetada' por meio de softwares ou por BOX e CLIPS.

user posted image Sim Card
O SIM (Subscriber Identity Module) Card, ou chip como é conhecido no Brasil através das operadoras (TIM Chip, Claro Chip, Oi Chip, etc), é na realidade é uma pequena placa de circuitos com a função de armazenar dados do usuário, como sua agenda pessoal, aplicativos e seu código de autenticação. Quando inserido no terminal celular, que funciona como um transceptor, o chip permite que o aparelho acesse as informações gravadas nele. O SIM Card pode ser transportado de um aparelho para outro, pelo próprio usuário, desde que ambos os terminais sejam de tecnologia GSM. O SIM Card na realidade confere ao aparelho uma identidade, o número da linha e os dados pessoais do usuário, utilizados também para identificação do celular em caso de Roaming. A capacidade de armagenagem do SIM Card é que define o tipo e a quantidade de dados que podem ser gravados nele. Os chips são vendidos juntamente com o aparelho ou avulsos, em ambos os casos a sua memória (Kbytes) é determinada pelo padrão adotado pela operadora escolhida. Antigamente os SIM Cards mais comuns eram os de 32 Kbytes, no entanto, para viabilizar um maior armazenamento de dados como agenda, contatos e aplicativos, os chips de 64 Kbytes passaram a se tornar o padrão atual. A tendência é que comecem a ser utilizados os chips com 128 Kbytes à medida que a oferta de serviços com valor adicionado e novos aplicativos com mais recursos forem ser tornando mais comuns, requerendo do chip maior capacidade para armazenar esses dados. Como Funcionam? Todo Chip possui uma senha de segurança e uma chave de senha, são o PIN e o PUK, e eles vem indicados no mesmo cartão de onde o chip deve ser destacado. PIN - É a senha de acesso ao chip, quando estiver ativo, o PIN exigirá que uma senha seja digitada para permitir que o aparelho seja utilizado. O PIN vem desabilitado para que o usuário utilize normalmente o aparelho, porém para maior segurança ele deve ser ativado logo após sua aquisição. Antes de ser personalizada essa senha geralmente é a mesma para todos os chips de uma mesma operadora, por isso se recomenda que essa senha seja alterada por meio do menu do celular.

PUK - É a chave para senha. Quando o usuário digitar errado três vezes a senha para acesso, o PIN, o chip passará a ser bloqueado, para desbloqueá-lo é necessário digitar a senha que vem indicada no PUK. Essa senha possui 8 dígitos, é permanente e não pode ser digitada errada dez vezes, do contrário o chip será permanentemente bloqueado para uso. Eventualmente os Chips GSM vêm com um PIN2 e um PUK2. Através do PIN2 é possível configurar o SIM Card para desbloquear o PIN e efetuar funções específicas definidas pela operadora móvel, como por exemplo, configurar o SIM Card para efetuar ligações somente para os números pré-definidos pelo usuário. O PUK2 funciona para o PIN2 da mesma forma que o PUK normal funciona para o PIN.

user posted image Test Point
É uma alteração física no celular, ou seja, um corte de trilha, jumper ou aterrar determinado componente da placa do celular.

Fonte: www.ucel.com.br , Internet (google)


Tecnologias


AMPS - Advanced Mobile Phone Service
O AMPS foi o padrão dominante para os sistemas celulares analógicos de primeira geração. Foi desenvolvido pelos Laboratórios Bell da AT&T e os primeiros sistemas entraram em operação em 1983 nos Estados Unidos tendo sido adotado pelo Brasil e vários outros países. O AMPS opera na faixa de 800 MHz e ele está presente ainda em todas as operadoras de Banda A no Brasil, principalmente para atender a celulares em roaming.

GSM - Global System for Mobile Communication
O GSM é um padrão digital de segunda geração do celular desenvolvido na Europa para substituir os diferentes padrões analógicos utilizados pelos países europeus. O GSM opera nas faixas de 900, 1800 e 1900 MHz. É hoje o padrão com o maior número de usuários em todo o mundo. Introduzido no Brasil em 2002 já esta presente em todos os estados brasileiros.

TDMA (IS 136) - Time Division Multiple Access
O TDMA, padronizado pelo IS 54 e, posteriormente, aperfeiçoado pelo IS 136, é um padrão digital desenvolvido nos Estados Unidos para aumentar a capacidade de sistemas AMPS. Opera na faixa de 800 MHz e se tornou o padrão dominante no Brasil. Esta sendo descontinuada pelas operadoras que estão migrando suas redes para o GSM ou CDMA

CDMA (IS 95) - Code Division Multiple Access
O CDMA, padronizado pelo IS 95, é um padrão digital desenvolvido nos Estados Unidos. É adotado no Brasil pela Vivo e opera nas frequências de 800 e 1900 MHz.


Fonte: www.ucel.com.br
Detalhes técnicos podem ser adquiridos em: http://www.teleco.com.br/tutoriais.asp

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